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Abrir uma Conta Bancária na Primeira Semana: Guia para Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Singapura e Malásia

Dar o primeiro passo em um novo país é empolgante, mas também exige organização – e poucas coisas são tão urgentes quanto ter uma conta bancária local. Sem ela, você paga tarifas desnecessárias em cada compra, enfrenta dificuldades para receber dinheiro da família e perde tempo resolvendo burocracias quando poderia estar explorando seu novo lar. A boa notícia? Hoje é possível abrir uma conta já na primeira semana, muitas vezes pelo celular e sem sair de casa. Neste guia, você encontrará os documentos exigidos, os melhores bancos digitais e as formas mais econômicas de receber remessas do Brasil (ou de outros países de língua portuguesa) no Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Singapura e Malásia.

Documentos que você vai precisar (em quase todos os destinos)

Antes de mergulhar nas particularidades de cada país, organize alguns itens que aparecem com frequência:

Com esses papéis em mãos e uma conexão de internet, você estará pronto para abrir uma conta em minutos. Acompanhe as recomendações para cada local.

Reino Unido: Monzo e a era dos bancos 100% digitais

O Reino Unido é pioneiro em bancos mobile-first e o queridinho dos estudantes internacionais é o Monzo – mais de 7 milhões de clientes já usam o coralzinho laranja. Para abrir a conta, você precisará:

O processo é feito totalmente pelo app e a conta fica ativa em menos de 20 minutos. Não há taxa de manutenção e o Monzo não cobra spread em compras no exterior (usa a cotação Mastercard do dia), o que ajuda muito nas viagens pela Europa. Outra opção digital forte é a Starling Bank, que também oferece conta gratuita com saque ilimitado em caixas eletrônicos no Reino Unido. Bancos tradicionais como Barclays e HSBC ainda exigem agendamento presencial e podem levar até duas semanas para liberar o cartão.

Como receber dinheiro do Brasil

A rota mais econômica é usar plataformas de transferência internacional. O Wise (ex-TransferWise) cobra uma taxa média de 1,5% + IOF de 0,38% em transferências de BRL para GBP, entregando o dinheiro em 1 a 2 dias úteis. O Remitly oferece promoções para a primeira transferência e costuma ter câmbio competitivo. Ambas integram perfeitamente com contas digitais britânicas – basta informar o sort code e o número da conta Monzo ou Starling.

Austrália: Up Bank, o banco que fala a língua do estudante

unilink-co 配图

Na Austrália, o destaque entre os bancos digitais é o Up Bank, uma joint venture entre a Bendigo Bank e a gigante de software Ferocia. Com mais de 1 milhão de clientes, o Up não cobra taxa de abertura nem anuidade, e o cartão chega em até 10 dias úteis pelo correio. Os documentos exigidos são simples:

A abertura é 100% digital: você baixa o app, escaneia os documentos e a conta fica ativa instantaneamente. Além das categorias automáticas de gastos (que ajudam a controlar o orçamento), o grande diferencial do Up é a integração nativa com o Wise – você transfere dinheiro do Brasil diretamente para sua conta Up em dólares australianos com as menores taxas do mercado, sem precisar sair do aplicativo.

Caso prefira um banco tradicional, o Commonwealth Bank permite a abertura online até três meses antes da sua chegada e finalização presencial ao aterrissar. Mas atenção: muitos desses bancos exigem depósito mínimo e cobram tarifa mensal (cerca de AUD 4) caso você não comprove renda de estudante.

Nova Zelândia: Hugo, o banco que remove barreiras

unilink-co 配图

A Nova Zelândia também abraçou os bancos digitais e o Hugo, criado pelo BNZ (Bank of New Zealand), foi pensado justamente para jovens e recém-chegados. Ele não exige comprovante de renda nem histórico de crédito, e a adesão leva apenas alguns minutos. Você precisará de:


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